Eu escrevi Verdes Campos, escrevi Valentines’s Day, escrevi
Relato de um Algoz do Amor entre outros tantos textos você não chegou a ler.
E a noite passada relendo os textos que escrevi no último
ano eu percebi como Deus age na vida para nos colocar no caminho certo.
Ele me envergou para todos os lados, me fez cair de joelhos
e implorar clemência e tudo isso para me mostrar que não há na face da terra
nenhuma pessoa que seja Onipotente e que
tudo que se ganha pode-se perder.
Mas ele me mostrou também que tudo que se perde pode – se
reconquistar.
E eu não estou falando do vil metal, estou falando de coisas
que não podem ser mensuradas nem tocadas, mas sim de coisas que só podem ser
sentidas.
Coisas como o desapego, a humildade, a fraternidade e mais
que tudo o Amor.
Coisas que do alto da torre do meu orgulho, com meus olhos
cegos por coisas banais, antes eu não conseguia ver.
A resposta para a pergunta que está se formando na nesse
momento é NÃO, eu não virei santa, eu não sou outra pessoa.
Eu ainda sou a mesma pessoa, ainda gosto de beber, ainda
fumo, ainda gosto de uma festa, com
menos frequência, mas gosto.
Eu sou a mesma pessoa só que melhorada.
Hoje eu tenho os bolsos mais vazios, só que o meu coração
transborda esperança.
Eu gostaria de perguntar várias coisas, mas não o faço, pois
tenho medo das respostas, coisa que antes eu não tinha. Por que antes eu não
ligava para as respostas, somente para as perguntas.
Talvez seja difícil acreditar que um Algoz, que um bruto
pode amar que um orgulhoso possa tornar-se humilde, mas essa foi a bondade, a
obra de Deus em mim.
Pela dor e mais ainda pelo Amor Ele mudou a minha vida.
Esse é o relato mais sicero que minha alma já fez.
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